Case de sucesso: como o CAD/CAM odontológico ajuda os profissionais

Case de sucesso: como o CAD/CAM odontológico ajuda os profissionais

Tudo o que um consultório busca é entregar melhores resultados em menos tempo. Uma das soluções mais eficientes nesse aspecto é o CAD/CAM odontológico. Neste post, você vai entender melhor o que é e como funciona essa tecnologia na prática. Você também vai conhecer o depoimento de Carlos Eduardo Sanches, cirurgião-dentista, que usa a tecnologia CAD/CAM da Emfils desde 2016 — e vai aprender sobre os principais ganhos dela para a atividade clínica diária dos profissionais.

O desafio constante da gestão de um consultório ou clínica é o tempo. O número de horas da semana nunca muda, e as instalações físicas e mão-de-obra não se expandem com facilidade. Nesse cenário, as melhores respostas para aumentar o faturamento costumam estar na mesma categoria: multiplicar o número de pacientes atendidos por semana. Para fazer isso, é preciso elevar a eficiência dos processos e reabilitar através de implantes mais rapidamente e com menos erros. Saiba mais sobre o assunto a seguir!

Entenda o que é o CAD/CAM odontológico

As siglas CAD/CAM são usadas para identificar duas tecnologias que trabalham em conjunto para desenhar e produzir peças. Dessa maneira, o Computer-Aided Design (CAD) é o uso de computadores para criar, modificar, analisar e otimizar desenhos (designs), como os projetos de componentes industriais ou moldes de implantes.

Já o Computer-Aided Manufacturing (CAM), nesse caso, não tem nada a ver com “câmera” ou “webcam”, como muitas pessoas podem pensar. Na verdade, a sigla significa o uso de programas para controlar máquinas e outras ferramentas que confeccionam peças.

A administração das duas tecnologias combinadas permite automatizar e otimizar tanto o desenho quanto a manufatura do componente, com ganhos em precisão e eficiência.

O CAD/CAM odontológico existe desde pelo menos meados dos anos 1980, mas se sofisticou muito a partir de então. Em alguns casos, ele permite o desenho e a produção da prótese em menos de uma hora, eliminando a necessidade de uma coroa temporária ou de uma segunda visita. Assim, o dentista pode atender mais casos em menos tempo.

Conheça um case de sucesso: o CAD/CAM odontológico na prática

O cirurgião dentista Dr. Carlos Eduardo Sanches é um grande fã da solução da Emfils em CAD/CAM. “É o que todo dentista nessa área de implante de prótese busca”, conta ele. “Rapidez, precisão e resolver o caso sem ficar fazendo muitas provas”. É ele quem vai nos guiar sobre o uso e vantagens dessa tecnologia.

Diferença entre o CAD/CAM e moldes tradicionais

“Para fazer o molde tradicional, o material tem que ficar cerca de 4 minutos dentro da boca do paciente, e isso tanto na parte superior quanto na inferior. Só aí já são 8 minutos”, lembra o Dr. Sanches. Depois ainda é preciso vazar o gesso. Já o scanner faz uma série de fotografias da arcada dentária. “Você tem a réplica idêntica do paciente no computador”, garante ele. Isso economiza muito tempo. “E o paciente fica feliz porque não tem o incômodo da moldagem”, acrescenta.

Otimização da rotina no consultório por meio do CAD/CAM

O Dr. Sanches destaca os ajustes necessários em uma prótese comum: “Quando você faz um molde tradicional, por mais que faça tudo na medida, dentro da recomendação do fabricante, começa a inserir fases naquilo, e quanto mais fases, mais longe da realidade estará o resultado”. Já com o escaneamento, “você faz e o que está lá é o que aparece”.

Com a maior precisão permitida pela tecnologia, “o trabalho se torna mais automatizado, reduzindo falhas e, com isso, minimizando a necessidade de ajustes das restaurações”.

Os resultados do CAD/CAM odontológico na prática

O Dr. Sanches resume bem os ganhos da solução para os dentistas: “A quantidade de consultas ao consultório é reduzida praticamente pela metade, mesmo em casos mais complexos”, conta ele. “Isso se reflete por meio do tripé sempre almejado: mais produtividade, mais lucratividade e mais precisão”. Pelo modelo tradicional, esse trio era bem mais difícil de ser obtido.

“O entendimento do fluxo digital promovido pelo CAD/CAM está modificando o método de produção e os parâmetros de qualidade da prótese odontológica”, afirma Sanches e complementa, “além disso, as empresas são impelidas a buscarem novos materiais e novas soluções. Isso é refletido em maior comodidade para o profissional e maior conforto para o paciente”. Ambos saem ganhando, inclusive, porque, trabalhando de forma mais eficiente, o dentista pode atender a mais pessoas durante a semana (ou mês etc.).

A filosofia do CAD/CAM

Adotar uma nova tecnologia não consiste apenas em comprar e usar equipamentos. É necessário entender como atuam e definir uma estratégia para que seu uso cumpra objetivos. Segundo o Dr. Sanches, “para entrar nesse mundo, você precisa conhecer o fluxo digital e a filosofia de como ele funciona”. Explica o dentista: “nessa odontologia digital, você tem coworkers, ou seja, parceiros de negócio. Você manda o seu trabalho e alguém digitaliza tudo e dá sequência”.

Nos últimos 4 ou 5 anos, muitas empresas e clínicas perceberam essa nova onda tecnológica. “Não tem como não surfar”, compara o cirurgião dentista. “A cada hora surge uma coisa nova e o sucesso vai depender muito da criatividade do profissional, porque as limitações técnicas estão sendo gradualmente eliminadas pelas novas tecnologias”.

Limitações do CAD/CAM

Nenhuma tecnologia séria promete milagres. Existem ainda algumas situações nas quais o uso do CAD/CAM odontológico não é recomendado.

“São os casos de boca completa”, conta Sanches. “Vamos supor que o paciente não tinha dente e o dentista colocou quatro a seis implantes naquela área. Depois será preciso fazer uma prótese total fixada neles”. Para estes casos, usa-se a técnica combinada. “Ou seja, combina-se o método analógico, moldando da maneira tradicional, ao novo, levando o modelo a um scanner de laboratório”. O escaneamento computadorizado do molde tradicional assegura a fidelidade do implante.

Para o Dr. Sanches, o CAD/CAM odontológico é como “uma onda que não tem como voltar atrás, ou você deixa ela passar ou a surfa. No meu caso, eu estou surfando desde 2016. Não tem volta”.

Você achou este case interessante? Então, entre em contato conosco e vamos conversar sobre as melhores soluções no mercado implantodôntico!

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